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Blog da ONG Libertas: Dilma não apoia criação de novas Unidades de Conservação

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Dilma Rousseff foi a segunda presidente brasileira que menos criou áreas de conservação. O fraco desempenho neste sentido tem colaborado para um aumento expressivo no desmatamento, conforme comprovado pelo monitoramento da Imazon, que aponta para um aumento de 23% no desmatamento entre 2011 e 2012.

As Unidades de Conservação (UC) são usadas há anos como uma das maneiras mais eficientes de garantir a integridade da floresta, impedindo que as matas sejam derrubadas em consequência da expansão agrícola, urbana ou energética.

No entanto, uma reportagem publicada na Folha mostra que Dilma criou apenas duas unidades deste tipo durante o seu mandato até o momento. O resultado só não é pior que os índices registrados por Itamar Franco, que decretou apenas uma UC.

A ONG Instituto Socioambiental informa que existem, ao menos, 14 processos montados pelo Instituto Chico Mendes e que estão parados no Ministério do Meio Ambiente e na Casa Civil apenas em consequência da falta de ação política. Se fossem aprovados, já poderiam entrar em vigor.

Outro fator que prejudica ainda mais a situação brasileira de proteção e preservação ambiental é a falta de fiscalização das áreas de conservação. As UC são alternativas eficientes desde que haja o controle sobre o que acontece nessas áreas. “Além de não criar unidades, Dilma não está cuidando das que foram criadas, ela de fato as está reduzindo”, explicou Paulo Barreto, pesquisador do Imazon, em declaração à Folha.

Blog da ONG Libertas: Brasileiro transforma restos de comida, pneus e PET em cosméticos e artigos medicinais

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O físico brasileiro Joner Alves descobriu uma maneira de transformar restos de comida, pneus antigos, bagaços de cana e garrafas PET em cosméticos e artigos medicinais. A tecnologia nacional processa os resíduos e gera nanotubos de carbono – estruturas 50 mil vezes mais finos que um fio de cabelo –, dando origem a produtos sustentáveis que reduzem o acúmulo de lixo no meio ambiente e diminuem as emissões de gases poluentes na atmosfera.

Por meio dos nanotubos de carbono, a tecnologia criada pelo brasileiro consegue criar próteses e até aparelhos eletrônicos. E não para por aí: o método de produção também alivia a extração de recursos naturais e dispensa o uso de petróleo, combustível fóssil que dá origem a boa parte destes itens.

Os nanotubos de carbono surgem a partir da queima dos resíduos: depois de serem incineradas em um forno especial, as substâncias são filtradas por meio de um processo químico. Em seguida, é liberado o hidrogênio, um gás limpo, além de carbono em pó. A partir da reação, surgem as estruturas invisíveis aos olhos.

Para Joner Alves, a versatilidade é outra vantagem do material sustentável, que consegue ser aplicado em vários meios. “Como os nanotubos são partículas muito pequenas, conseguem penetrar em camadas da pele que outras substâncias não alcançam”, afirma o físico, apontando os fabricantes de cosméticos como um dos potenciais consumidores do composto ultrafino.

O material de alta tecnologia costuma ser exportado pelas indústrias brasileiras, mas, geralmente, é utilizado apenas como reforço na produção de plásticos e cerâmicas. Os nanotubos de carbono podem ser explorados de várias maneiras, dando origem a vários produtos, porém, o Brasil ainda não possui empresas que fabriquem o material ultrafino em larga escala. Com informações da INFO.

Blog da ONG Libertas: Brasil recicla mais garrafas PET do que os EUA e a Europa

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A reciclagem de embalagens de PET no Brasil deu um salto em 2012. O crescimento registrado foi de 12,6% em volume, ao passar das 294 mil toneladas que tiveram destinação adequada em 2011, para 331 mil toneladas no ano passado.

Com esse resultado, o país atingiu um índice de reciclagem de 59%, mantendo-se posicionado entre os maiores recicladores de PET do mundo – superando os Estados Unidos e até mesmo a média registrada na Europa.

Os números do 9.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil foram divulgados nesta quarta-feira (26) pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), durante o  PETtalk 2013 – Conferência Internacional da Indústria do PET, realizado em São Paulo.

“Os números demonstram que existe uma demanda muito forte pelo PET reciclado, criada por um trabalho do próprio setor, que investe continuamente em inovação e novas aplicações para o material reciclado. Esse trabalho criou um ciclo virtuoso. Todo PET coletado tem destinação adequada garantida por uma indústria forte, diversificada e ávida por essa matéria-prima”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet.

O setor têxtil continua sendo o principal consumidor do PET reciclado, com 38,2% de participação, seguido das resinas insaturadas e alquídicas, com 23,9%. Outras embalagens (alimentos e não-alimentos) consomem 18,3% do volume reciclado. Laminados e chapas (6,4%), fitas de arquear (5,5%) e tubos (1,5%) são os outros principais mercados. Os 6,1% restantes ainda abastecem uma lista ampla de pequenas aplicações.

Coleta seletiva continua sendo o desafio

O presidente da Abipet, no entanto, chama a atenção para a necessidade de suprir essa demanda aquecida, sob pena de impacto no preço do produto coletado e consequente comprometimento da sustentabilidade do negócio. “O Brasil precisa investir em coleta seletiva, para que a indústria não seja prejudicada. Em muitos períodos do ano, as empresas recicladoras continuam com ociosidade que chega a 30% de sua produção, porque não encontram embalagem pós-consumo para reciclar”, alerta Marçon.

A solução, aponta o executivo, é estimular as prefeituras a implantarem, o mais rápido possível, a coleta seletiva e a separação das embalagens recicláveis, de forma a aumentar a recuperação do material descartado pela sociedade. “Isso, na verdade, é o que prega a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que exige responsabilidade compartilhada entre a sociedade civil, o setor privado e também do poder público. A indústria do PET investiu fortemente em reciclagem e hoje esses recicladores passam por um momento difícil, por não terem coleta suficiente para abastecer suas fábricas”, conclui o presidente da Abipet.

Blog da ONG Libertas: Energia renovável deve suprir 25% da demanda mundial em 2018

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A geração de energia a partir de fontes renováveis deve superar a produção de gás e ser o dobro da nuclear até 2016. Este é o cenário apresentado no relatório “Mercado da Energia Renovável em Médio Prazo”, produzido anualmente pela Agência Internacional de Energia (AIE).

De acordo com o estudo, mesmo que o contexto econômico mundial seja difícil, as energias renováveis devem apresentar um crescimento de 40% nos próximos cinco anos. A expectativa é de que até 2018 as fontes limpas sejam responsáveis por 25% de toda a produção energética mundial.

“À medida que os custos continuam a cair, as fontes de energia renováveis estão crescendo cada vez mais por méritos próprios e contra a geração de combustíveis fósseis”, informou a diretora-executiva da AIE, Maria van der Hoeven, durante a apresentação do relatório em Nova Iorque, na última quarta-feira (26).

Maria ainda explicou que a participação política é essencial para o crescimento do setor. “Muitas energias renováveis já não necessitam de incentivos econômicos elevados. Mas, eles ainda precisam de políticas de longo prazo que ofereçam um mercado previsível e confiável e um quadro regulamentar compatível com os objetivos da sociedade.” Ela ainda lembrou que os subsídios destinados aos combustíveis fósseis permanecem seis vezes maiores que o montante destinado às energias limpas.

Existem dois principais motivadores para uma expectativa de crescimento tão grande: o alto investimento dos mercados emergentes, principalmente em grandes nações, como a China; e a competitividade bem estabelecida de energia hidrelétrica, geotérmica e bioenergia.

Os biocombustíveis também devem ter papel importante na crescente da energia renovável. A previsão é de que ele seja o responsável por abastecer 4% da demanda mundial de transporte rodoviário em 2018. Mesmo que a taxa de crescimento seja mais lenta que o de outras fontes, este é considerado um ganho bastante considerável. Nos próximos cinco anos, o uso da biomassa também deve subir para 10% – em 2011 o percentual era de 8%. Mesmo assim, a AIE considera esse um potencial pouco explorado.

Blog da ONG Libertas: Novo Código da Mineração ameaça áreas protegidas

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O Governo Federal enviou ao Congresso na última terça (18) um conjunto de projetos de lei para estabelecer um novo marco regulatório para a mineração no país. No pacote, uma proposta do deputado Vinícius Gurgel (PR-AP) quer abrir 10% de parques nacionais e outras unidades de conservação de proteção integral para mineração, uma atividade altamente impactante.

Para isso, bastaria as empresas doarem aos órgãos ambientais áreas com o dobro do tamanho das abertas à exploração comercial e com mesmas características ecológicas e biológicas. Gurgel justifica seu movimento afirmando que “um grande número dessas unidades, especialmente na Amazônia, foram criadas sobre terras com grande potencial mineral” e que a atividade ajudaria a reduzir os índices nacionais de pobreza.

O projeto, todavia, ameaça as unidades de conservação, que foram criadas para proteger a biodiversidade, as fontes de água e outros serviços ambientais. São fruto de estudos técnicos, audiências públicas e decretos do Poder Executivo. Além disso, não há nenhuma garantia de que áreas com os mesmos atributos ambientais sejam encontradas, especialmente próximas das áreas protegidas abertas à exploração mineral. Muitas unidades de conservação abrigam justamente porções raras ou únicas da natureza brasileira.

“O projeto é mais um ataque ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação, pois desvirtua a função básica das áreas de proteção integral, que é o de resguardar da forma mais íntegra possível a diversidade de nosso patrimônio natural. Há incontáveis fontes de minérios fora dos limites das unidades de conservação”, ressaltou Jean Timmers, superintendente de Políticas Públicas do WWF-Brasil.

Uma Comissão Especial criada pelo presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), analisa a Proposta de Emenda Constitucional 215/2000. A PEC concede competência exclusiva ao Congresso para aprovar a criação de unidades de conservação, a demarcação de terras indígenas e o reconhecimento de territórios quilombolas.

Unidades de conservação são legalmente instituídas pelo poder público, nos âmbitos municipal, estadual ou federal. Elas são reguladas pela Lei 9.985 / 2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Estão divididas nos grupos de proteção integral e de uso sustentável.

por Aldem Bourscheit, WWF-Brasil

Blog da ONG Libertas: Tijolo feito com materiais reciclados diminui emissões de carbono

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Com base em uma pesquisa acadêmica realizada em Londres, uma empresa britânica desenvolveu o tijolo “Carbon Buster” – literalmente traduzido como “destruidor de carbono”. O novo material de construção é capaz de reter mais CO2 do que a quantidade que emite durante sua produção. Além disso, metade dos ingredientes usados para elaborar o tijolo provém da reciclagem de resíduos industriais.

Os novos tijolos, produzidos pela companhia Lignacite, surgem da mistura de areia e cascalho com pedaços de madeira, cacos de vidro e conchas – e são indicados para todos os tipos de construção, devido a seu alto desempenho e nível de isolamento acústico. Assim, o tijolo com teor de carbono negativo pode ser usado tanto na parte externa, – por exemplo, muros e fachadas – tanto para erguer paredes no lado de dentro das construções.

Para mitigar as emissões de carbono, os criadores do tijolo especial se uniram à empresa Carbon8 Aggregates, que produz pastilhas de carbono 8 – criadas a partir de resíduos gerados nas usinas de carvão mineral e que ajudam a reter as concentrações de gás carbônico.  Além disso, a mistura que dá origem aos tijolos contêm substâncias especiais, misturadas com aglutinantes e enchimentos, capazes de mitigar as emissões do gás.

O conceito do produto é baseado em uma pesquisa elaborada por cientistas da Universidade de Greenwich, que analisou as possibilidades de aproveitamento dos resíduos gerados pelas usinas termoelétricas, que usam o carvão como principal fonte de geração de energia e causam sérios danos ao meio ambiente. Com informações do InHabitat.

Blog da ONG Libertas: Empresa paulista usa bambu para filtrar água

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A partir de uma reclamação surgiu uma solução econômica para a reutilização de água em Mogi Guaçu, em São Paulo. Uma empresa produtora de tomates na cidade recebeu uma notificação da prefeitura devido ao mau cheiro provocado por seus resíduos, essa foi a motivação para que tivesse início um projeto para impedir o despejo dos resíduos em solo público.

O tratamento de esgoto convencional consiste em um tanque cheio de pedras britadas ou outro material que serve de suporte para aderência e desenvolvimento dos micro-organismos. O modelo criado utiliza o bambu, que é um material mais leve e barato, para reter as partículas poluentes e fazer com que a água fique apta à reutilização.

A estação foi desenvolvida pelo biólogo Fábio César Fraga, professor do Centro Guaçuano de Educação Profissional (Cegep) e o engenheiro agrônomo Alexandro Batista Ricci, professor na Faculdade Municipal Professor Franco Montoro. Para fazer o projeto, eles se inspiraram em um estudo da Unicamp sobre o uso de bambu.

Desde que a empresa adotou o processo ecológico, há dois meses, já foram reduzidos em cerca 90% o oxigênio consumido na degradação da matéria orgânica. A iniciativa também diminui o uso de água no processo de lavagem da fruta, que será reutilizada, o que representa uma economia de até 30% na conta.

Investindo 20 mil reais, a empresa instalou um sistema que evita multas por contaminação do meio ambiente e ainda tem um retorno por conta do reaproveitamento da água. Além disso, criou cisternas para que a água utilizada no processo de lavagem do tomate seja usada na irrigação de áreas verdes e nos sanitários da empresa. Com informações do G1.

Blog da ONG Libertas: Sobras de alimentos e temperos são transformados em tintas orgânicas

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Refeições coloridas quase sempre indicam uma dieta saudável, mas da cozinha também surgem muitas opções para substituir as tintas convencionais. Elaboradas em casa, com temperos e restos de alimentos, as tinturas orgânicas são comestíveis e podem ser usadas por bebês e crianças, além de servir como um destino adequado para os alimentos que seriam jogados no lixo.

As tintas orgânicas nascem de ingredientes encontrados na cozinha, como restos de espinafre, beterraba, urucum, açafrão, cúrcuma e pó de café.  “A gente come beterraba e repara aquela cor, que é linda, pode se transformar numa tintura e não traz prejuízos à saúde, já que a tinta é natural e não tem cheiro”, explica Cynthia Alario, realizadora da oficina Ecografite, realizada durante a Virada Sustentável 2013.

Da elaboração até a pintura, as tintas feitas em casa a partir dos temperos e restos de alimentos são boas opções de diversão para as crianças. “O cheiro não faz mal para a criança, que ainda pode colocar a tintura na boca porque o material é orgânico”, afirma Cynthia.

Na hora de fazer as tintas orgânicas, não tem segredo: O ingrediente deve preencher o espaço de um copo, que deve ser misturado com um litro de água. Ao acrescentar talco, a tintura ganha mais consistência. A partir daí, a beterraba faz a tinta vermelha, o pó de café cria o marrom, o espinafre dá a tonalidade verde, o açafrão compõe o amarelo e o urucum dá origem a tons alaranjados.

As tintas orgânicas não são apenas brincadeira entre os pequenos: os materiais encontrados na natureza de forma bruta e várias sobras de alimentos deram origem a tinturas para tecidos e pinturas harmoniosas. “Muitos dos grandes pintores que produziram telas com tinta a óleo, também usaram comidas e temperos – como o urucum, o açafrão, o espinafre – para compor as suas obras”, lembrou Cynthia. “Na cultura indígena, a terra e o urucum são usados para fazer pinturas corporais”, completou a realizadora da atividade.

A oficina de Ecografite foi promovida no Parque Villa Lobos, zona oeste de São Paulo. Durante a atividade os visitantes fizeram pinturas e desenhos em um painel de pano instalado no parque. A oficina foi realizada pela primeira vez no último sábado (8), e o painel com as intervenções será doado para a organização da Virada Sustentável.

DA redação do blog

Blog da ONG Libertas: Usina vai transformar o lixo de Gramacho em energia limpa

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Transformar o lixo em energia limpa é um desafio que virou realidade com o início das atividades da Usina de Biogás do Aterro Metropolitano de Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Instalada no antigo lixão, a primeira usina de gás verde do país vai atender à Refinaria Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras.

A usina tem capacidade para suprir 10% da demanda energética da Reduc, com uma produção anual de 70 milhões de metros cúbicos (m³) de gás verde. A obra durou quatro anos e teve investimentos de R$ 240 milhões, com parceria da prefeitura do Rio de Janeiro e apoio da Petrobras.

O biogás é gerado a partir da decomposição da matéria orgânica do Aterro de Gramacho e em seguida é captado por 301 poços de coleta distribuídos na região. Depois, o produto é transportado por tubulações até a usina de coleta e processamento, onde passa por várias etapas de purificação até atingir o padrão de qualidade exigido pelas especificações técnicas da Petrobras.

O biogás purificado, que será comercializado com a marca registrada Gás Verde, é então bombeado para a Reduc por meio de um gasoduto exclusivo, com seis quilômetros de extensão. A proposta para o futuro é que o biocombustível possa ser produzido para atender o consumo residencial, comercial e veicular.

De acordo com o diretor do Consórcio Novo Gramacho, que integra as empresas Biogás, Synthesis e a construtora J. Malucelli, Paulo Tupinambá, entre as vantagens do biogás estão a inibição de gás carbônico na natureza, as receitas geradas com créditos de carbono, além de benefícios para os municípios do Rio e de Duque de Caxias.

“O biogás é composto por 50% de gás carbônico e 50% de metano gerado da decomposição da matéria orgânica aterrada em Gramacho, o chorume. Se esse gás vai para a atmosfera, o impacto é 24 vezes pior do que o efeito estufa. A usina trata, queima e purifica o biogás que será vendido à Reduc. Ganha o ambiente e ganha a Petrobras, que passa a ter um excedente de gás limpo,” explicou.

Durante 35 anos, o Aterro de Gramacho foi o principal destino de cerca de 80 milhões de toneladas de lixo do Rio de Janeiro e de municípios vizinhos, tendo se transformado no maior aterro da América Latina. Às margens de um manguezal na Baía de Guanabara, o local foi uma fonte de trabalho para centenas de catadores. O aterro fechou em junho de 2012 e a partir daí o lixo passou a ser levado para a Central de Tratamento de Resíduos de Seropédica, na região metropolitana do Rio.

O projeto de aproveitamento energético do biogás do Aterro Gramacho foi aprovado recentemente pela UNFCCC (United Nations Framework Convention on Climate Change) e registrado em maio de 2013 para fins de certificação de créditos de carbono, que serão comercializadas no futuro.

Editado por Andréa Quintiere – Agência Brasil

Blog da ONG Libertas: Canela pode prevenir diabetes e mal de Alzheimer

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Pesquisadores da Universidade da Califórnia (UCLA), em Santa Barbara, Estados Unidos, estão estudando a canela, uma casca aromática, usada em diferentes pratos e infusões. O objetivo é estabelecer sua possível ação no combate a doenças comuns que acometem a população mundial, como Alzheimer e diabetes.

A pesquisa se concentra em dois compostos presentes na canela – o cinamaldeído e a epicatequina – que ajudariam a retardar (e até a prevenir) o desenvolvimento dos “nós” filamentosos nas células cerebrais, que caracterizam a doença neurodegenerativa.

Esses “nós” se formam pelo acúmulo da proteína tau, que desempenha um papel importante na estrutura e funcionamento dos neurônios. Os pesquisadores acreditam que o cinamaldeído, composto responsável pelo sabor da canela, pode proteger essa proteína do estresse oxidativo pela capacidade de se unir aos resíduos de um aminoácido, a cisteína. As proteínas tau são vulneráveis a modificações, um fator que contribui para o desenvolvimento do mal de Alzheimer.

Segundo Donald Graves, professor-adjunto do Departamento de Biologia Molecular da UCLA, “de certa forma, o cinamaldeído funciona como uma capa: além de proteger as proteínas tau, unindo-se aos resíduos da cisteína, também é capaz de se desprender, o que garantiria o correto funcionamento das proteínas”.

Já a epicatequina – presente também em alimentos como morango, chocolate e vinho tinto – demonstrou ser um potente antioxidante. Além de deter o processo de oxidação, também interage com as cisteínas da proteína tau, e sua ação protetora é semelhante à do cinamaldeído.

Estudos indicam que há uma ligação estreita entre a diabetes Tipo 2 e a incidência do mal de Alzheimer, já que os níveis elevados de glicose – típicos da diabetes – aumentam a produção de elementos reativos ao oxigênio, um processo que leva ao estresse oxidativo. Nesse sentido, estudos anteriores já haviam comprovado os efeitos positivos da canela no controle dos níveis de glicose no sangue e em outros problemas associados à diabetes.

Resta esperar pelos resultados finais da nova pesquisa, mas tudo indica que as substâncias presentes na canela podem ajudar a prevenir o aparecimento – ou retardar o avanço – da forma mais comum de demência.Texto originalmente publicado no site Discovery Notícias.

Blog da ONG Libertas: Jovem de 18 anos leva água a regiões secas e sem saneamento básico

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Com apenas 18 anos, a jovem Mariah Smiley toca em frente o projeto Drops of Love, responsável pela construção de poços de água nas regiões mais secas do planeta. O sonho de proporcionar o recurso às pessoas teve início há quatro anos, durante um trabalho desenvolvido na sala de aula. De lá para cá, a iniciativa vem ganhando força e ajudando a combater a escassez do recurso no mundo.

Com a ajuda de outras organizações, o projeto Drops of Love disponibiliza água potável às pessoas que vivem em regiões sem saneamento básico e afetadas pelas secas: assim, a menina do Texas conta com uma equipe que constrói poços e sistemas de bombeamento de água para o uso da população destas áreas.

Depois de estabelecido o acesso à água potável, Mariah dá dicas de uso consciente e se emociona com a reação dos moradores. “Vi crianças felizes, bebendo água limpa e molhando a cabeça”, contou a idealizadora do projeto.

A primeira vez que Mariah sentiu-se sensibilizada com a falta de água potável no mundo foi aos 14 anos, quando descobriu, na escola, que, a cada quinze minutos, uma criança morre pela falta do recurso. “No fim da aula, resolvi aprofundar a pesquisa. Encontrei imagens de seca e fiquei preocupada, pois não tinha ideia de que esta crise existia”, contou Mariah.

No início, o projeto dependia de doações e leilões para angariar fundos necessários para a execução das obras. Até agora, foram construídos três poços de abastecimento em El Salvador, e Mariah Smiley já faz planos para instalar o quarto posto de abastecimento de água potável. Depois disso, a jovem vai dar continuidade ao projeto, que já rendeu mais de 42 mil reais. Além disso, Mariah espera lançar um livro e terminar os estudos na Universidade do Texas. Com informações do Boas Notícias.

Blog da ONG Libertas: Por que evitar o sabonete antibacteriano

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Os sabonetes antibacterianos nos atraem como uma maneira fácil de eliminar as bactérias que podem provocar doenças. Mas o triclosan, um ingrediente comum em muitos produtos antibacterianos, está na berlinda por possíveis danos à saúde e ao meio ambiente.

A FDA, agência que regula alimentos e drogas nos Estados Unidos, pretende proibir a substância com base em uma pesquisa, o que gera dúvidas sobre a verdadeira eficácia dos sabonetes antibacterianos e o que perderíamos se eles fossem retirados do mercado.

Afinal, esses produtos realmente previnem doenças ou só pioram as coisas?

Lavar as mãos continua sendo uma prática importante para manter a saúde, garantem os especialistas, sobretudo durante os meses do inverno. Neste caso, o sabonete comum e os géis antissépticos à base de álcool funcionam tão bem quanto os produtos com triclosan, sem causar nenhum dano.

“É evidente que o triclosan atinge algumas bactérias, não todas, mas não é eficaz contra vírus. No entanto, são os vírus que causam a maioria das doenças em uma comunidade”, afirmou Allison Aiello, epidemiologista da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Michigan em Ann Arbor.

“Parece estranho apoiar ou promover um produto que tem como alvo bactérias específicas, mas não agem contra os vírus que causam a maioria das doenças em uma residência. Para mim, isso não faz muito sentido”, questiona Aiello.

O triclosan foi classificado como pesticida pela primeira vez em 1969, segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. Desde então, o produto químico passou a integrar cremes dentais, sabonetes para as mãos, sabonetes líquidos, tábuas para cortar alimentos, brinquedos, tapetes, colchões, roupas, móveis e uma grande variedade de produtos, com o objetivo de combater bactérias, fungos e mofo.

Inicialmente, o triclosan atuaria como um assassino universal de bactérias, mas em 1998, Stuart Levy e seus colegas da Universidade de Tufts, nos arredores de Boston, descobriram que a substância eliminava bactérias específicas, que poderiam se tornar resistentes ao triclosan através de uma mutação nos genes necessários para a construção de paredes celulares.

Segundo Levy, um novo tipo de antibióticos foi estruturado à semelhança do triclosan, aumentando os temores de que a substância contribuiria para o desenvolvimento de bactérias resistentes a antibióticos, ao favorecer a sobrevivência e reprodução de micróbios imunes ao seu raio de ação.

Outra pesquisa mostrou que o triclosan atua como um interferente hormonal nos animais. Quando o triclosan é despejado em lagos e rios, decompõe-se em dioxinas que podem causar todo tipo de problemas de saúde, incluindo defeitos congênitos e câncer.

Além disso, um estudo de 2006, realizado na Suécia, encontrou concentrações mais altas de triclosan no leite materno de mulheres que usaram sabonete, desodorante e pasta de dentes que continham a substância química.

Em um um artigo publicado em 2007 na revista Clinical Infectious Disease, Aiello e seus colegas analisaram 27 estudos que comparavam produtos contendo triclosan ao sabonete comum, e descobriram que as pessoas não eram menos vulneráveis a diarreias, tosses, febres e infecções de pele se usassem sabonetes com a substância química.

Alguns estudos analisaram especificamente a carga bacteriana nas mãos antes e após a lavagem, e da mesma forma, a maioria não identificou nenhuma diferença entre a capacidade antibactericida de ambos os sabonetes. Talvez existam algumas bactérias que são eliminadas com mais eficácia pelo triclosan, explica Aiello, mas não muitas, e não são as que causam as doenças mais comuns.

Em vez de matar as bactérias, o sabonete comum simplesmente as remove das reentrâncias das mãos, o que permite que sejam levadas pelo ralo, afirma Levy, diretor do Centro de Adaptação Genética e Resistência às Drogas da Universidade de Tufts. Após a lavagem com água e sabão (muito mais eficaz que usar apenas água), ele defende a secagem com toalhas de papel, já que as bactérias podem sobreviver em toalhas úmidas.

Outra boa opção é usar gel antisséptico para as mãos à base de álcool, que mata os germes por desidratação. As bactérias não conseguem desenvolver resistência ao álcool com facilidade.

“Use água e sabonete comum, e se não for possível, recorra a produtos à base de álcool”, disse Levy. “Você não precisa usar sabonetes impregnados com produtos químicos. Qualquer produto de ação antibacteriana e antimicrobiana, em minha opinião, deve ser usado com prudência”, alerta.

Texto originalmente publicado em Discovery Brasil

Blog da ONG Libertas: Crematório brasileiro fabrica urnas biodegradáveis

 

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O Crematório Vaticano, localizado em Santa Carina, se especializou na fabricação de urnas biodegradáveis. A opção torna até mesmo a morte mais sustentável. As urnas podem ser plantadas ou jogadas ao mar com as cinzas sem prejudicar o meio ambiente

A cremação, por si só, é considerada uma opção que agride menos a natureza do que os sepultamentos tradicionais.  Isso acontece porque durante a decomposição do corpo, um líquido chamado necrochorume é eliminado por restos mortais e ele contém uma alta carga tóxica com vírus e bactérias. Esses micro-organismos, em contato com o solo e o ambiente urbano, podem transmitir doenças como hepatite e tuberculose, entre outras.

“O processo [de cremação] não polui o meio ambiente, os gases são analisados a cada seis meses por uma empresa terceirizada e as cinzas, além de não ocupar espaço no solo, também não são poluentes”, explica Mylena Cooper, sócia-diretora do Crematório Vaticano.

A empresa desenvolve urnas especiais voltadas para as famílias que optam por rituais diferentes na hora da despedida. Uma delas é a urna biodegradável, feitas de compostos orgânicos como papel reciclável, areia, sementes, folhas e tintas naturais.  Essas substâncias se integram ao meio ambiente e viram parte do solo.  As urnas podem ser plantadas com sementes de árvores nativas, onde as cinzas funcionam inclusive como adubo para a planta. Além do material ecológico, as urnas são produzidas em diversos tamanhos.

Outra ideia que vem ganhando cada vez mais adeptos é a urna hidrossolúvel, ideal para quem quer lançar as cinzas ao mar. Em formato de concha, a urna flutua por alguns minutos antes de afundar e dissolver-se, com as cinzas, na água do mar.

Segundo Mylena Cooper, sócia-diretora do crematório, a alternativa é hidrossolúvel e não agride o meio ambiente. “Percebemos que o vento acabava dispersando as cinzas e as famílias se preocupavam muito em como evitar que isso acontecesse. Em contato com artistas brasileiros criamos essa urna especial, feita em material artesanal, com papel reciclado e tintas naturais, que não agridem o meio ambiente e se dissolvem na água pouco tempo após o contato com ela”, explica Mylena. “Cada concha é feita à mão a partir de papel reciclado e pintado por um artista com corantes naturais”.

Além do material ecológico da urna, a mesma vem acompanhada de um plástico especial desenvolvido nos Estados Unidos que também dissolve na água. O plástico serve para abrigar as cinzas e é colocado dentro da urna por uma pequena tampa. A urna é selada com cola artesanal e ecológica, também hidrossolúvel.

DA redação do blog

Blog da ONG Libertas: 3 tipos de alimentos que fazem bem para a pele

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Não é novidade que manter uma dieta equilibrada faz bem, tanto para o corpo, como para a mente. Entretanto, para auxiliar em necessidades específicas é preciso fazer a escolha certa dos alimentos que contêm as propriedades necessárias para cada caso. A lista abaixo é especial para quem deseja uma pele bonita e saudável:

A seleção baseia-se na ingestão de alimentos ricos em antioxidantes, que protegem a pele dos radicais livres.

– Frutas e legumes de cor laranja-avermelhadas

São alimentos que apresentam altas taxas de antioxidantes (licopeno e vitamina A) e ajudam a prevenir o envelhecimento da pele. Quanto mais incluir frutas e legumes à alimentação diária melhor será sua pele.

– Vitamina C

Alimentos com esse tipo de vitamina também auxiliam a retardar o envelhecimento, mas é preciso que a ingestão seja diária, pois ela é facilmente solúvel na água e de difícil retenção no corpo. Boas fontes de vitamina C: laranja, tangerina, maracujá, abacaxi e limão.

– Chá Verde e Chá Branco

As propriedades antioxidantes desses chás podem ser duplamente aproveitadas. Além da ingestão, você pode colocá-lo diretamente na pele. De acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, o extrato do chá contribui para a melhora da textura e da aparência da pele ao ser aplicado no rosto duas vezes ao dia, durante um mês.

Essas dicas são da nutricionista Bruna Iasi, que também alerta sobre a necessidade de evitar frituras, excesso de açúcares e alimentos gordurosos. Com informações do Nutrição Prática e Saudável.

Blog da ONG Libertas: Os eternos namorados do mundo animal

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Enquanto na espécie humana a monogamia tende a ser cada vez mais rara, outras espécies do reino animal nos mostram que a fidelidade conjugal pode ser uma boa opção.

Nesse dia dos namorados, conheça alguns exemplos de relacionamentos monogâmicos bem sucedidos na escala animal.

Arara

Essas aves coloridas e majestosas são também bastante fieis aos seus parceiros. Vivem em grupos ou apenas em casais, e tanto machos como fêmeas realizam a tarefa de cuidar dos filhotes. Durante o período de incubação dos ovos, o macho é responsável pela alimentação da fêmea.

Pinguim-imperador

Espécie conhecida pela monogamia, o Pinguim Imperador tem outra característica bastante peculiar: o macho colabora com a fêmea na função de chocar o ovo. A fêmea coloca o ovo no final do outono e, durante o inverno, esse ovo é incubado pelo macho.

Cavalo Marinho

Além de escolherem um único parceiro, nessa espécie é o macho que engravida, pois ele possui uma bolsa incubadora em que transporta os ovos depositados pela fêmea.

Apesar de carregarem os filhotes, os machos têm todas as outras características masculinas: produzem espermatozoides e hormônios específicos do próprio sexo.

Coruja

Monogâmicas por natureza, as corujas vivem em família, e o cuidado com os filhotes é papel tanto do macho quanto da fêmea.

A comunicação entre os casais de corujas, através de cânticos noturnos, é extremamente eficiente, o que já não podemos dizer da comunicação entre muitos casais de humanos.

Dik-dik

Os Dik-diks são pequenos antílopes africanos, que medem em media 60 cm de comprimento e 35 cm de altura. Esses animais não costumam ter mais de um parceiro sexual durante a vida, contudo, caso aconteça, são animais extremamente fieis.

Pelo visto, temos muito o que aprender com os animais. O que você acha disso?

Por Mariana Luz – Animal Planet l Fotos: Animal Planet

Blog da ONG Libertas: Pesquisadores encontram metais tóxicos em batons

batom

 

Em testes químicos realizados em marcas populares de batons e gloss labiais, pesquisadores encontraram metais tóxicos em quantidades que poderiam provocar problemas de saúde.

No estudo publicado na edição deste mês da revista Environmental Health Perspectives, pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Berkeley, mediram os níveis de chumbo, alumínio, cádmio, cobalto, cromo, cobre, manganês, níquel e titânio em 32 tipos de batons e gloss labiais usados com frequência por jovens asiáticas em Oakland, Califórnia.

Havia chumbo em 75% das amostras, sendo que metade apresentava concentrações acima do limite máximo recomendado pela FDA (a agência reguladora de alimentos e remédios dos Estados Unidos) em doces consumidos por crianças pequenas.

Segundo os pesquisadores, os níveis de chumbo não eram elevados para adultos, mas não há níveis seguros de exposição para crianças, que ocasionalmente brincam com produtos de maquiagem.

Ao analisar qual a quantidade de batom ingerida durante o uso constante, os pesquisadores descobriram que a aplicação rotineira de alguns produtos pode levar ao consumo excessivo de cromo, cádmio, alumínio e manganês.

O cádmio e o cromo são substâncias cancerígenas conhecidas, e a exposição excessiva ao manganês e ao chumbo pode provocar problemas neurológicos.

A FDA não regula os níveis de metais em cosméticos, mas o estudo sugere que deveria.

“Nosso estudo era pequeno e utilizou produtos labiais identificados por jovens asiáticas de Oakland”, explica o autor do estudo, Sa Liu, em um comunicado à imprensa. “No entanto, os batons e gloss labiais são de marcas comuns, disponíveis em qualquer loja. Com base em nossas descobertas, é aconselhável a realização de uma pesquisa mais abrangente sobre produtos labiais e cosméticos em geral”.

Por Emily Sohn – Discovery Brasil.

Blog a ONG Libertas: Com crescimento de 1,4%, emissões de CO2 batem novo recorde

emissaoco2

Mesmo com a redução nos índices de alguns países, em 2012, as emissões de CO2 (dióxido de carbono) aumentaram 1,4%. A porcentagem refere-se a um nível estimado no mundo inteiro pela Agência Internacional de Energia (AIE).

O relatório, que considerou o número recorde, foi divulgado na última segunda-feira (10). De acordo com o órgão, foram emitidos 31,6 gigatoneladas de gases-estufa no ano passado.

Os cientistas alertam que é necessário manter em cerca de 44 bilhões de toneladas de CO2 até 2020 para que a temperatura média global seja limitada a menos de 2 ºC. Dessa forma, evitam-se os efeitos climáticos extremos, como quebras de safra e derretimento de geleiras.

Expelindo um adicional de 300 milhões de toneladas de gases em relação ao ano de 2011, a China foi o país que mais emitiu poluentes, mesmo assim o número não foi considerado alto em relação a períodos anteriores. Isso se deve a adoção de fontes renováveis na última década. Assim também a situação dos Estados Unidos foi amenizada pela substituição de usinas de carvão por tecnologias com gás natural. Ambos os países firmaram um acordo, na última semana, que determina um esforço em prol da contenção das emissões de gases de efeito estufa.

Já a Europa reduziu em 50 milhões de toneladas de CO2, após a aplicação de políticas que restringem as emissões provenientes da indústria e o uso de fontes renováveis. O mesmo feito não alcançado pelo Japão, que, mesmo tentando melhorar a eficiência energética após o acidente nuclear, aumentou suas emissões em 70 milhões de toneladas.

A AIE é organização autônoma sediada em Paris, que tem como objetivo pesquisar fontes de energia confiáveis, baratas e limpas para seus 28 países membros. Com informações do G1.

Blog da ONG Libertas: Embrapa desenvolve técnica para produção de tomate ecológico

tomate

 

Uma pesquisa recente da Embrapa Solos está ganhando evidência este ano, quando se comemoram os 40 anos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Trata-se do tomate ecológico.

Os pesquisadores desenvolveram um modo de plantar o tomate, envolvendo diversas técnicas que diminuem o impacto do uso de pesticidas. “E nós controlamos a quantidade do fruto, por análise de laboratório, com apoio da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), com relação ao teor desses pesticidas no tomate”, disse à Agência Brasil o chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Solos, Daniel Perez.

Essa técnica já vem sendo divulgada e transferida aos produtores do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, de Minas Gerais, São Paulo, Goiás. “Porque é um diferencial tecnológico que dá um preço melhor para o produtor do tomate. Você tem um tomate com uma característica de segurança alimentar muito maior”.

A Embrapa Solos está em processo de certificação da qualidade desse material a fim de que o produtor que trabalhe com a técnica possa ter um diferencial de mercado.

Outro trabalho de destaque da unidade da Embrapa Solos baseada no Rio de Janeiro está relacionada a serviços ambientais. Um grupo da empresa está trabalhando nos municípios de Cachoeiras de Macacu, Silva Jardim e Bom Jardim, localizados respectivamente na região metropolitana, na região das baixadas e no centro do estado, buscando indicadores que permitam valorar a terra no sentido da conservação da água e do solo.

“Isso visa a dar suporte às prefeituras, principalmente na identificação daqueles produtores que protegem o meio ambiente, como uma forma também de incentivá-los a continuar fazendo isso”, comentou Perez.

Ele salientou que embora esteja baseada no Rio de Janeiro, a Embrapa Solos desenvolve pesquisas que são voltadas para todo o país. Um dos projetos que tem impacto nacional elevado está ligado à questão dos insumos alternativos. O pesquisador destacou que a partir de 2007, ocorreu uma crise na área de fertilizantes no Brasil, devido ao alto custo que apresentam. Boa parte dos fertilizantes usados no território é importada. “Nós não temos capacidade de produção. Um exemplo clássico é o potássio. O Brasil importa praticamente 95% do potássio que consome. E as fontes naturais estão acabando”.

Por isso, a empresa está buscando alternativas que sejam fontes desses nutrientes, mas que permitam também mudar a forma como o fertilizante libera esse nutriente para a planta, que hoje ocorre de maneira imediata, como a maioria dos fertilizantes convencionais. Daniel Perez explicou que a Embrapa Solos trabalha em pesquisas que envolvem, inclusive, nanotecnologia, para que o fertilizante tenha capacidade de liberar os nutrientes ao longo do tempo. Isso beneficia o meio ambiente e melhora também a eficiência do próprio elemento para a nutrição da planta.

Por Alana Gandra – Agência Brasil

Blog da ONG Libertas: Conheça 7 usos do vinagre

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O vinagre pode deixar diversos alimentos mais saborosos, mas também pode ter muitas outras utilizações em casa. O líquido ácido é um poderoso agente de limpeza, que pode matar vírus e bactérias de diversos tipos. 

O uso deste produto é fácil e barato, além de ser ecologicamente correto. Aqui estão sete dicas sobre como usar essa incrível substância: 

– Metade de um copo de vinagre, para cada litro de água, é a dica para equilibrar o pH de um solo ruim e aumentar a sua acidez. A mistura pode ser aplicada no solo quando as plantas forem regadas. 

– Para aliviar picadas de abelhas ou água-viva com vinagre: molhe um chumaço de algodão em vinagre branco e passe no ponto de irritação. Isso alivia a coceira. 

– Use-o para tratar a sinusite, resfriados e peito congestionado. Adicione 1/4 xícara ou mais em um vaporizador. 

– Tirar o mau cheiro de plásticos. Molhe um pedaço de pão no vinagre e coloque-o dentro da lancheira, marmita ou qualquer recipiente plástico e deixe durante a noite para se livrar do mau cheiro. 

– Use-o na lavanderia para remover fiapos das roupa. Adicione meio copo de vinagre no ciclo de enxágue da máquina de lavar. Isso também irá ajudar a avivar as cores do tecido.

– O vinagre é ótimo para remover manchas e odores das mãos. Esfregue seus dedos no vinagre antes e depois de cortar as cebolas para evitar que o aroma impreguine. 

– Sinta-se melhor e alivie uma dor de garganta com vinagre. Misture uma colher de chá de vinagre de maçã em um copo de água, adoce um pouco e beba.

Mantenha sempre uma grande garrafa de vinagre branco em sua despensa, e quando você perceber que tem apenas um quarto de uma garrafa, compre uma nova. Dessa forma, você nunca vai ficar na mão quando precisar. Com informações do Discovery Home & Health.

Blog da ONG Libertas: Reaproveite o jeans velho para fazer uma lancheira

lancheirajeans

 

Com um velho par de calças é possível fazer diversos artesanatos. Já ensinamos, por exemplo, a fazer bolsa para notebookpantufas, além de dar dicas para customizar um jeans velho. Hoje o CicloVivo mostra o passo a passo que reaproveita o tecido para fazer uma lancheira. Veja abaixo como é simples.

Materiais necessários:

– 1 velho par de calças

– 1 cinto fino

– Agulha

– Linha

Como fazer:

O primeiro passo é cortar uma das pernas da calça na altura abaixo do joelho. Se a vestimenta for para adulto, o tecido renderá cerca de 40 centímetros.

O passo seguinte é cortar o cinto: uma tira de dez centímetros, com a fivela, e restará a outra parte com os orifícios. Também serão necessárias mais duas pequenas tiras com cerca de três centímetros cada para fazer o passador do cinto.

Vire a perna de dentro para fora. Costure uma das extremidades da calça e dobre o tecido. Depois coloque a parte do cinto com a fivela, posicionado-o bem no meio da dobra. Feche a costura e faça um ponto em zigue-zague, veja as imagens do passo a passo na galeria de imagens.

Costure a outra alça no centro da parte de trás do tecido. Coloque as tiras mais curtas para passar o cinto. Siga os passos olhando as imagens da galeria para entender melhor como posicionar o cinto. Com informaçõesBetween The Lines.

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